Eram duas coitadinhas,
jogadas ao rio pela própria mãe.
Quisá dali, onde iriam parar.
Era melhor não imaginar.
Eita, Maria Caninana,
que em minha vida veio atracar.
Com seu veneno, perverso.
Veio aqui me atormentar.
Toma cuidado, quando escorrer,
para não se picar, morre pelo próprio veneno,
assim ninguém vai perdoar.
Dito e feito, já não se pode mudar.
De todos mais próximos, poucos irã parar.
Aos poucos que ficarem, envenenará.
Fidelidade, não sabe o que é,
Quão um dia, ser feliz, saberá!
